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Em cena o caso Waldeck e Waldir já na turbinagem de Irmão Lázaro.


Aliados de Irmão Lázaro (PSC), que vai disputar o Senado na chapa de Zé Ronaldo ao lado de Jutahy Júnior, evocam um velho episódio para mostrar que ele tem, sim, chances de emplacar como senador, apesar do cenário difícil para a oposição a Rui Costa e aliados.
O caso: em 1994 Waldir Pires disputou o Senado pelo PSDB, ironicamente tendo como candidato ao governo do partido o deputado Jutahy Júnior, e a presidente Fernando Henrique Cardoso (que venceria).
Em 94, o candidato a governador Paulo Souto, favorito absoluto, teve 1.617.127, quase o dobro de João Durval (829.646) e quase quatro vezes mais que Jutahy (463.331). Mas para o Senado o jogo foi bem diferente.
ACM teve 1.926.557, mas Waldeck Ornelas, o companheiro de chapa que ele carregou, 1.291.382, contra 1.288.376 de Waldir, apenas 3.008 votos a mais. 
Na época não havia urna eletrônica. Se disse que ACM, ao ver que Waldeck ia perder, mandou transferir votos dele para o amigo. Waldir morreu convencido de que foi roubado.
Novos tempos — O episódio, segundo os que apostam nas chances de Lázaro, ilustra bem o cenário de hoje. Comparando os dois, Wagner está para Ângelo Coronel como ACM estava para Waldeck. Os aliados de Lázaro lembram que hoje a urna é eletrônica. E que ele pode, sim, vencer a máquina.

 Fonte: Levi Vasconcelos.

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